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Juros caem com apetite por risco

Dados do Caged e declarações da Petrobrás reforçam as apostas na continuidade de cortes agressivos na taxa Selic

Denise Abarca, Claudia Violante e Silvana Rocha, O Estadao de S.Paulo

20 de fevereiro de 2009 | 00h00

Os juros futuros retomaram a queda, ontem, embalados pelo resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) em janeiro, pelo corte de 1,5 ponto porcentual da taxa de juros pelo Banco Central da Turquia e pelas declarações de executivos da Petrobras, de que há espaço para queda nos preços da gasolina no País. O Caged mostrou que houve perda líquida de 101.748 postos de trabalho com carteira assinada no mês passado, ante previsões de um número negativo entre 170 mil e 300 mil vagas. A percepção entre investidores é de que a crise está evoluindo no mercado de trabalho brasileiro, o que favorece a aposta em manutenção de um ritmo agressivo de cortes na taxa Selic. O juro para abril de 2009 recuou a 12,16% e o de janeiro de 2010, para 10,92%. A Bovespa subiu 0,14%, aos 39.730,33 pontos, amparada principalmente pelos ganhos de Petrobrás (a ação PN avançou 1,58%) e de Vale (a PNA ganhou 0,61%). Em Nova York, o índice Dow Jones caiu 1,19%, aos 7.465,95 pontos - menor nível desde 9 de outubro de 2002. O resultado decorreu do vencimento de opções, hoje, e do pessimismo sobre os bancos e a economia norte-americana. O dólar subiu 0,04%, a R$ 2,351 no balcão. FraseÁlvaro BandeiraDiretor da Ágora corretora, ao AE Broadcast Ao Vivo"Retorno de estrangeiros à Bolsa é consistente. País tem a favor economia melhor e sem problema bancário. Contra nós, as ações nos (países) desenvolvidos ficaram muito baratas''

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