coluna

Dan Kawa: Separar o ruído do sinal é a única forma de investir corretamente daqui para a frente

Juros do cheque especial têm pequena queda

O levantamento de juros bancários, feito pela Fundação Procon-SP, órgão de defesa do consumidor ligado ao governo estadual, constatou que a taxa média mensal do cheque especial foi de 8,76%, inferior à de abril, que ficou em 8,84%. Já a do empréstimo pessoal permaneceu em 5,48% ao mês.A maior taxa observada para o cheque especial foi de 9,50% ao mês (BCN) e a menor foi de 7,95% (Nossa Caixa). As quedas verificadas nas taxas desta modalidade foram promovidas no BBV e no Banespa. O BBV baixou os juros mensais de 9,00% para 7,99%. O Banespa elevou a taxa de 8,99% para 8,89% ao mês. Com relação ao empréstimo pessoal, a maior taxa mensal verificada foi de 6,95% (Itaú) e a menor foi de 3,95% (Nossa Caixa). Neste mês, os bancos não alteraram suas taxas nesta modalidade.Apesar de ter sido constatada queda na taxa média do cheque especial, motivada pela redução em duas instituições financeiras da amostra, o que se constata no mercado é uma tendência de estabilidade das taxas de juros referentes às duas modalidades de crédito analisadas. Esse comportamento pode estar refletindo a cautela adotada pelo Banco Central na condução da política monetária, que manteve a meta para a taxa de juros básica (Selic) em 18,50% ao ano por dois meses consecutivos. Os técnicos alertam para que os consumidores também tenham cautela diante dessas modalidades de crédito, pois as taxas continuam muito elevadas e lembram que o uso do cheque especial deve estar sempre associado a situações extraordinárias e momentâneas nas finanças do consumidor. O empréstimo pessoal, por sua vez, pressupõe uma avaliação prévia de custo-benefício, tanto para determinar a real necessidade, como o melhor momento para a contratação.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.