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Juros do crédito ao consumidor ficaram estáveis

Os juros do crédito à pessoa física permaneceram estáveis em relação ao mês passado segundo pesquisa mensal realizada pelo Procon-SP, órgão de defesa do consumidor ligado ao governo estadual, nos dias 11 e 12 de junho. Para o empréstimo pessoal, a taxa média ficou em 4,62% ao mês, 0,03 ponto porcentual abaixo do verificado em maio. Já a taxa média do cheque especial foi de 8,51 % ao mês, contra 8,49% ao mês apurados no mês passado.Quanto ao empréstimo pessoal, verificou-se que a maior taxa mensal foi de 5,40%, cobrada pelo Bradesco e BCN, e a menor foi de 3,40%, do BBV. As elevações nesta modalidade foram promovidas pelo Unibanco (de 4,60% para 4,90% ao mês) e pelo Banco do Brasil (de 4,60% para 4,88%). As quedas ocorreram no Bandeirantes (de 4,50% para 4,00% ao mês), HSBC (de 4,50% para 4,30% ao mês), Santander (de 4,30% para 4,15% ao mês) e Caixa Econômica Federal (de 4,80% para 4,65% ao mês).No caso do cheque especial, a maior taxa mensal foi de 9,90%, do Bandeirantes, e a menor foi de 7,70%, cobrada pela Nossa Caixa Nosso Banco. A única alteração se deu na Caixa Econômica Federal, que dimunuiu a taxa de 7,70% para 7,98% ao mês.Os técnicos do Procon-SP alertam o consumidor a avaliar a necessidade de utilizar estas modalidades de crédito, já que o mercado financeiro está suscetível a mudanças, reflexo do cenário instável da economia, perante a desvalorização do real frente ao dólar e do efeito do racionamento de energia. Estes elementos podem provocar elevação na inflação e dos juros.

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