Juros e prazo facilitam acesso, diz executiva

Comprador de imóveis vê a aquisição como uma questão de qualidade de vida

Vivian Codogno, ESPECIAL PARA O ESTADO ,

29 de maio de 2014 | 11h07

SÃO PAULO - O comprador de imóveis, com a ascensão das classes A, B e C, vê a aquisição como uma questão de qualidade de vida. É o que conclui a diretora geral de atendimento da Lopes em São Paulo, Mirella Parpinelli. "Notamos mudança nos últimos dois anos. Houve aumento do prazo de pagamento de 15 anos para 30 e a taxa de juros ainda facilita o acesso. A renda também está mais alta."

Questões como mobilidade urbana e segurança pública, debatidas de forma intensa, também mudam parâmetros de busca do comprador. A ideia de "estar próximo de tudo" indica que há saturação em longos deslocamentos no trânsito intenso. Ter serviços próximos da residência é ideal. "O dia a dia puxado leva as pessoas a querer viver perto do trabalho. O lugar deve ser bom para sair, com pouco trânsito, bom para chegar, seguro, e próximo das atividades da família, como escola, academia, centros de compras", relata.

Carnaval. Mirella acredita que a queda na venda de imóveis no primeiro trimestre de 2014 seja consequência do calendário e reflexo do momento do País. "Todo mundo sabe que o ano no Brasil começa só depois do carnaval. A possível desaceleração do mercado tem a ver com esse momento, uma vez que a data veio mais tarde este ano."

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