Juros futuros recuam com expectativa de corte da Selic

A deflação de 0,35% apurada na segunda prévia do Índice Geral dos Preços de Mercado (IGP-M) de julho, de 0,35%, ratificou as apostas do mercado em um corte entre 1,5 e dois pontos percentuais na Selic, a taxa básica de juros da economia, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que acontece amanhã e quarta-feira. A taxa aponta uma deflação menor do que a verificada na prévia anterior, que havia sido de 0,66%. Mas ficou abaixo das previsões dos analistas, que variavam entre -0,25% e 0,10%. O Índice de Preços ao Atacado (IPA) foi, mais uma vez, o que puxou para baixo o índice geral, com uma taxa negativa em -0,59%. Veja nos links abaixo mais informações sobre o índice de inflação divulgado hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e o resultado da pesquisa mensal do BC sobre juros e inflação.No mercado de juros futuros, as taxas recuaram mais um pouco. Os contratos com taxas pós-fixadas e vencimento em janeiro de 2004, negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), pagavam taxas de 21,790% ao ano, ante 21,850% ao ano registrados na sexta-feira.O dólar comercial encerrou o dia cotado a R$ 2,8790 na ponta de venda dos negócios, registrando uma queda de 0,38% em relação às últimas operações de sexta-feira. A moeda norte-americana iniciou a semana em R$ 2,8950 e, durante o dia, oscilou da máxima de R$ 2,8970 à mínima de R$ 2,8750. Com o resultado de hoje, o dólar registra alta de 1,30% no mês e queda de 18,67% no ano. Já a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) foi influenciada pelo desempenho negativo das bolsas de Nova York e fechou em queda de 0,86%. O índice Dow Jones, que mede o desempenho das ações mais negociadas na Bolsa de Nova York, fechou em baixa de 1% e a Nasdaq, bolsa que negocia papéis do setor de tecnologia e Internet, encerrou o dia em queda de 1,59%.

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