Juros recuam e Bolsa sobe em dia de definição de meta

O Conselho Monetário Nacional (CMN) tornou oficial a meta ajustada de inflação para 2004, que estava em 5,5%. A meta anterior era de 3,75%. Esta decisão já era esperada pela maioria dos analistas e sinaliza com a possibilidade de redução da Selic, a taxa básica de juros da economia, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Para 2005, a meta ficou estabelecida em 4,5%. Nos dois casos, o CMN definiu uma margem de tolerância de 2,5 pontos porcentuais para cima ou para baixo (veja mais informações sobre a decisão do CMN nos links abaixo).Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), os contratos de juros futuros pós-fixados com vencimento em janeiro terminaram o dia com taxa de 22,98% ao ano - ante 23,17% de ontem. O dólar comercial fechou em alta de 0,28%, cotado a R$ 2,8700 na ponta de venda. O patamar mínimo foi de R$ 2,8540 e o e o máximo de R$ 2,8720. Neste mês, o dólar acumula queda de 3,37% e, no ano, baixa de 18,93%.A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), depois de três pregões seguidos em queda, fechou com alta de 0,90%. Em junho, no entanto, o desempenho da Bolsa acumula uma baixa de 2,33%. O volume de negócios ficou em R$ 666,675 milhões.

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