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Juros sobem mais prevendo alta da Selic de 0,75 pp em março

A s atenções do mercado futuro de juros estiveram mais uma vez voltadas à condução da política monetária brasileira, com os agentes ampliando as apostas

Cenário: Olívia Bulla, O Estado de S.Paulo

24 de dezembro de 2010 | 00h00

em um aperto inicial de 0,50 ponto porcentual na taxa Selic em janeiro de 2011 e, agora, passando a computar uma dose ainda mais elevada, de 0,75 ponto

porcentual, em março. Cresceu ainda a aposta de que o ciclo total de alta do juro básico no ano que vem tende mais a ser de 2 pontos porcentuais do que de 1,5 pp. O cenário externo também foi monitorado pelos agentes do mercado, diante do rali do petróleo rumo à marca de US$ 100 por barril ainda em 2010, o que ajuda a deteriorar o quadro de pressões inflacionárias, com a recuperação da atividade nos EUA adicionando ingrediente a esse cenário, ao mesmo tempo em que a Europa segue preocupante.

No final, o juro para abril de 2011 estava em 11,17%, de 11,11% no ajuste anterior; a taxa para julho de 2011 ficou em 11,64%, de 11,59% na véspera; e o DI de janeiro de 2012 subiu a 12,14%, de 12,11% no ajuste anterior.

O mercado local de câmbio diminuiu o ritmo de negócios e o dólar oscilou entre margens estreitas, ao redor de R$ 1,70. A divisa registrou a quarta baixa seguida ante o real e fechou cotada a R$ 1,6940, em queda de 0,12% no balcão. Em dezembro até ontem, o pronto no balcão apurou queda de 1,22% e, no ano, uma baixa de 2,81%.

A Bovespa encerrou com leve alta de 0,02%, aos 68.485,96 pontos, com giro de R$ 3,520 bilhões. No acumulado deste mês, a Bolsa registra alta de 1,15%. No ano, a queda é de 0,15%.

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