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E-Investidor: O passo a passo para montar uma reserva de emergência

'Juros vão continuar subindo e descendo', diz Dilma

'Este país tem de crescer acelerado. Para isso, tem de ser competitivo', disse a presidente

Rafael Moraes Moura, de O Estado de S. Paulo, O Estado de S.Paulo

24 de abril de 2013 | 02h04

Em discurso no 2º Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, a presidente Dilma Rousseff disse ontem que os juros "vão continuar subindo e descendo". "Este país tem de crescer acelerado. Para isso, tem de ser competitivo." Segundo ela, "primeiro, nós reduzimos os juros brasileiros para patamares aceitáveis". E explicou: "Reduzir o juro a patamares menores não significa que ele não suba e não desça. Ele vai continuar subindo e descendo, mas vai fazer isso num nível mais adequado para os padrões internacionais e, portanto, mais competitivo". 

 

Brasil Maior

 

Desoneração da folha de quatro setores; criação do programa Reintegra, de devolução imediata de crédito tributário para a indústria exportadora (2/8/2011).

 

Liberação de crédito

 

Banco Central reduz de 16,5% para 11% o requerimento de capital mínimo para empréstimos ao consumo; corta de 20% para 15% o mínimo de pagamento das faturas de cartão (16/10/2011).

 

Desoneração

 

Governo reduz de 3% para 2,5% a alíquota do IOF sobre o crédito ao consumidor; corta o IPI sobre eletrodomésticos da linha branca; zera o PIS/Cofins sobre massas (1/12/2011).

 

Ampliação do Brasil Maior

 

Desoneração da folha passa de 4 para 15 setores; Tesouro repassa R$ 45 bilhões ao BNDES; forte redução dos juros nas linhas PSI e Finame; e novo regime automotivo (2/4/2012).

 

Incentivo para veículos

 

BC libera R$ 18 bi do compulsório dos bancos para financiar carros novos; redução do IPI; nova redução do IOF sobre crédito ao consumidor (21/5/2012).

 

Investimento dos Estados

 

BNDES cria linha de R$ 20 bi para financiar investimentos em infraestrutura; elevação do limite dos Estados para contratação de PPPs, de 3% para 5% da receita corrente liquida (15/6/2012).

 

Compras do governo

 

Governo anuncia programa de R$ 8,4 bilhões em compras de máquinas, equipamentos, material escolar, retroescavadeiras, materiais hospitalares e fármacos; redução da TJLP, dos empréstimos do BNDES, de 6% para 5,5% (27/6/2012).

 

Início de concessões

 

Concessões de R$ 166 bilhões em 7,5 mil km de rodovias e 10 mil km de ferrovias (15/8/2012).

 

Corte de tarifa de energia

 

Dilma anuncia corte nas tarifas de energia elétrica a partir de 2013 em pronunciamento em cadeia nacional de TV e rádio para as festividades da Independência (6/9/2012).

 

Estímulos à construção

 

Governo anuncia estímulos para financiamento habitacional; inclui o setor de construção civil na desoneração da folha de pagamentos (3/12/2012).

 

Reforma nos portos

 

Nem o velório de Oscar Niemeyer diminui o ritmo do governo. Horas antes da cerimônia no Palácio do Planalto, Dilma anuncia ampla reforma nos portos do Pais (5/12/2012).

 

Linha do BNDES

 

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, prorroga o PSI por mais um ano e eleva o caixa dessa linha de financiamentos do BNDES a R$ 100 bilhões para 2013 (5/12/2012).

 

Aeroportos: novo modelo

 

Governo anuncia concessão de três grandes terminais à iniciativa privada e um R$ 7,2 bilhões para construção e reforma de 270 aeroportos (20/12/2012).

 

Cesta básica

 

Desoneração de tributos federais dos produtos da cesta básica, ampliada de 13 para 16 produtos, numa renúncia de R$ 5,5 bi em receitas; medidas para a defesa do consumidor (8/3/2013).

 

Inovação

 

Governo abre linha de crédito subsidiado de R$ 30 bi para investimentos de seis setores em inovação, e anuncia criação da Embrapii e de um Observatório de Inovação (14/3/2013).

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