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Justiça aprova reestruturação da Kodak

O plano da Eastman Kodak para se reconfigurar como uma empresa comercial de imagens foi aprovada por um juiz de falências na última terça-feira, aproximando a antiga empresa de fotografia de uma saída da concordata.

REUTERS, O Estado de S.Paulo

27 de junho de 2013 | 02h18

O juiz Allan Gropper no Tribunal de Falências dos EUA em Manhattan disse que estava "feliz" em dar permissão para a chamada declaração de divulgação, que os credores irão usar como referência quando votarem o plano nas próximas semanas.

A Kodak declarou concordata em janeiro de 2012, devido aos elevados custos de pensões, e depois de ficar por muitos anos atrás dos rivais na incorporação da tecnologia digital em seu negócio de fotografia. Inventora da câmara portátil, a Kodak acabou ficando para trás depois do advento das máquinas digitais, inventadas por eles próprios, nos anos 70. Ao declarar concordata, no ano passado, a empresa já tinha fechado 13 fábricas nos Estados Unidos e contava com 19 mil funcionários - no auge, chegou a empregar 145 mil pessoas.

Desde então, a Kodak vendeu uma variedade de ativos, e irá emergir da concordata como uma empresa principalmente comercial focada em imagem.

Na semana passada, a empresa anunciou que tinha chegado a um acordo financeiro de US$ 895 milhões com o JPMorgan, Bank of America e Barclays. A Kodak vai usar o dinheiro para pagar os empréstimos que financiaram sua concordata, bem como para ter capital de giro, após sua saída da concordata, prevista para este ano.

Antes de a Kodak poder se recuperar, o plano de reestruturação deve ser apoiado pelos credores, e deve ser enviado ao juiz Gropper para uma aprovação final. Essa audiência está prevista para ocorrer em 20 de agosto.

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