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Justiça manda lacrar fábrica da Tabacow

A indústria têxtil Tabacow foi lacrada na terça-feira por determinação da Justiça e hoje os advogados da empresa recorreram da decisão para obter liminar que permita a reabertura. Os cerca de 350 funcionários foram dispensados, com a recomendação de que telefonassem para a empresa para verificar o reinício das atividades. A Tabacow está em processo de concordata há dois anos e negociou as dívidas com os credores. A Justiça determinou que a fábrica fosse lacrada porque algumas parcelas da renegociação não foram quitadas.Ninguém da empresa foi encontrado para falar a respeito, mas o Sindicato das Indústrias Têxteis de Americana e Região informou que houve um equívoco porque as parcelas foram pagas, mas o pagamento não foi informado à Justiça.Para reforçar o pedido de reabertura da empresa, o sindicato juntou ao processo ofício informando que os 350 empregados são pagos em dia, a fábrica está em processo de recuperação e os acordos trabalhistas estão sendo respeitados.No ano passado, a Tabacow demitiu quase metade do quadro de funcionários em conseqüência do processo de concordata. A fábrica foi lacrada por oficiais da 1ª Vara Cível de Americana, que obedeceram à decisão do juiz Luis Fernando Cirillo, de São Paulo, que decretou falência da empresa e solicitou a arrecadação de bens e livros encontrados na fábrica.Apenas os vigilantes permaneceram na empresa hoje e ninguém foi encontrado no escritório de São Paulo. O síndico indicado pelo juiz, Tadeu Luiz Lascowiski, acompanhou a lacração. Ele também não foi encontrado hoje.

Agencia Estado,

13 de novembro de 2002 | 20h18

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