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Justiça obriga Manikraft a liberar fábrica em SP

A empresa Manikraft Guaianazes Indústria de Celulose e Papel Ltda foi notificada hoje que sua unidade de Suzano (SP) terá de ser desmontada. A informação é do superintendente do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), Ubirajara Tannuri Felix. Segundo ele, o juiz Fernando Figueiredo Bartoletti, do Fórum de Suzano, deu ganho de causa ao DAEE no dia 11 de fevereiro, com emissão de posse dos 50 mil metros quadrados ocupados pela fábrica da Manikraft. A empresa ainda pode recorrer da decisão.Em valores atualizados, o governo do Estado de São Paulo já pagou, por meio do DAEE, cerca de R$ 46,750 milhões à Manikraft pela sua desapropriação, de acordo com o superintendente do DAEE. Cerca de R$ 38,750 milhões em valores atualizados foram pagos em uma parcela inicial mais oito parcelas de 1987 a 2000. No fim de dezembro de 2007, foram desembolsados outros R$ 8,005 milhões.O DAEE briga, desde a década de 70, pela desapropriação da fábrica da Manikraft para que as obras do reservatório de Taiaçupeba, no complexo do Alto Tietê, possam ser concluídas. De acordo com Felix, quando o reservatório de Taiaçupeba estiver cheio, a capacidade do complexo do Alto Tietê será ampliada de 10 metros cúbicos por segundo para 15 metros cúbicos por segundo. "A retirada da Manikraft permite concluir o preenchimento da capacidade de mais 5 metros cúbicos por segundo", disse Felix.A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) detém a concessão dos serviços de água com os reservatórios do Alto Tietê, onde possui estação de tratamento de água.

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