Kelman elogia retirada da Eletrobrás do leilão do Madeira

Para diretor da Aneel, medida eleva competitividade e interesses dos investidores

Agencia Estado

21 de junho de 2007 | 12h47

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Jerson Kelman, elogiou, nesta terça-feira, 19, a decisão do governo, anunciada na última sexta de retirar as empresas do grupo Eletrobrás do leilão das usinas do rio Madeira (em Rondônia). "É uma medida que traz isonomia à competição. Ela aumenta a competitividade e aumenta os interesses dos investidores privados", disse Kelman à Agência Estado. A retirada da Eletrobrás do leilão, anunciada pelo ministro interino de Minas e Energia, Nelson Hubner, não exclui necessariamente a estatal da execução dos projetos das usinas do Madeira. O consórcio ou empresa que vencer o leilão poderá se associar ao grupo estatal, posteriormente, para construir as usinas. A decisão do governo reduz a vantagem que teria na disputa um consórcio ao qual pertencesse uma empresa estatal. Ao mesmo tempo, a decisão garante a qualquer investidor privado que vencer o leilão a possibilidade de vir a ser sócio da Eletrobrás no projeto.

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