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Kirchner afrouxa controle de preços após vencer eleição

Após ter vencido as eleições de 28 de outubro, que levou a sua mulher, Cristina Kirchner, à Presidência da Argentina, o governo Néstor Kirchner começou a flexibilizar o controle de preços que estava em vigor há mais de um ano, além de deixar de pressionar as empresas para impedir o aumento de tarifas, entre elas as dos planos de saúde e dos combustíveis.Dessa forma, tal como grande parte dos analistas calculavam para o período pós-eleitoral, após a vitória da primeira-dama, a inflação começou uma nova escalada nas últimas semanas. Dados preliminares do governo indicam que a inflação ?oficial? de novembro - elaborada pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec), organismo sob férrea intervenção de Kirchner - seria de apenas 0,6%. Economistas independentes, no entanto, indicam que esse índice é fictício e não passa de manipulação do governo. Em média, os economistas calculam que a inflação real de novembro, que será anunciada na primeira semana de dezembro, chegaria a 2,5%. De acordo com as estimativas do governo, a inflação oficial deste ano será inferior a 10%. Mas a inflação real, segundo os economistas, será superior a 20%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

AE, Agencia Estado

23 de novembro de 2007 | 10h17

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