Kirchner inicia ofensiva argentina na China

O presidente Néstor Kirchner desembarcará na China hoje, dando início à viagem mais longa, ambiciosa e com a maior comitiva de seu governo até o momento. Kirchner estará acompanhado por três ministros: Roberto Lavagna (Economia), Julio De Vido (Planejamento) e Rafael Bielsa (Relações Exteriores); oito governadores; dezenas de funcionários e cerca de 250 empresários das maiores empresas do país. O objetivo do presidente argentino é o mesmo do seu colega brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, em sua recente viagem à República Popular da China: estabelecer uma relação estratégica de cooperação e negócios com o gigante asiático, para propor uma sociedade com vistas ao crescimento econômico, tecnológico e científico. "Não se trata somente de buscar um intercâmbio comercial, porque China não é só um mercado, é um país muito rico", considerou o vice-chanceler, Martín Redrado.Em consonância com os objetivos da União Industrial Argentina (UIA), o governo quer vender produtos com maior valor agregado, uma proposta que Kirchner também fará ao Brasil. "Vender produtos mais elaborados é gerar mais investimentos e mais emprego. Todas as empresas que existem na China geram um fenômeno de maior investimento para adiante, e a contratação de novas pessoas para contretizar essas exportações", ressaltou Martín Redrado.

Agencia Estado,

24 de junho de 2004 | 15h03

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