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Kirchner minimiza crise energética e pede mais recursos

Presidente argentino afirma que vai continuar estimulando crescimento do país

Agencia Estado

04 de julho de 2007 | 17h17

O presidente Néstor Kirchner voltou a minimizar os problemas energéticos da Argentina e reclamou mais investimentos por parte das empresas do setor. Ele também deixou claro que vai continuar estimulando o crescimento do país, em um momento em que a escassez de gás e de eletricidade freia a indústria e limita a oferta de bens básicos. "Quero uma Argentina ao limite", disse, durante discurso na Casa Rosada.Segundo o presidente, durante a década de 90, o gás argentino era desperdiçado "porque não havia forma de transportá-lo para os centros de consumo. Não fazia falta porque o país tinha se dedicado a ser um país de serviço e não um país com uma indústria forte". No entanto, continuou Kirchner, "agora, graças ao crescimento de 50% nos últimos quatro anos e meio, temos uma necessidade muito forte desse produto e, por isso, necessitamos que as empresas invistam mais, que produzam, transportem e distribuam mais". O apelo de Kirchner foi sem rodeios: "necessitamos que todas (as companhias que fornecem gás), se comprometam mais com o país". O presidente reconheceu que "às vezes, o crescimento nos traz alguns problemas e não há que tomá-los como um drama, nem muito menos". Porém, enfatizou que prefere "uma Argentina ao limite, que cresça com trabalho e consumo". As projeções de crescimento da Argentina para 2007 baixaram no último mês de 8,% para 7,7% em média, segundo as consultorias privadas. Essa queda se deve justamente aos problemas energéticos.

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