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Kirchner não quer vazamento de informações

o ministro da Economia da Argentina, Roberto Lavagna, se reuniu, na sexta-feira, com funcionários mais próximos, alguns dos quais estavam deixando seus cargos, e transmitiu-lhes qual será a linha do novo presidente. Segundo o colunista econômico Marcelo Bonelli, um dos mais respeitados da Argentina, embora tenha afirmado que não existem diferenças entre ele e o presidente, Lavagna admitiu que o estilo e os tempos de Kirchner não têm nada a ver com os de Duhalde e que todos deveriam passar "um zíper na boca". "O presidente se incomoda com o vazamento de informações à imprensa e que o jornalismo se antecipe à suas decisões. Por isso, vocês têm de ter um mutismo total", recomendou.Néstor Kirchner já deu uma mostra, durante a transição, de que o estilo de não abrir a boca será a tônica de seu governo. Nenhum jornalista conseguia informações sobre a formação do ministério com seus assessores mais próximos, alguns deles nomeados ministros. A ordem na Casa Rosada é de que nenhuma informação importante poderá vazar para a imprensa, sem a autorização do presidente.

Agencia Estado,

27 de maio de 2003 | 10h09

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