finanças

E-Investidor: "Você não pode ser refém do seu salário, emprego ou empresa", diz Carol Paiffer

Kirchner quer reestatização parcial de companhia aérea

O presidente Néstor Kirchner determinou a reestatização parcial da empresa aérea Aerolíneas Argentinas. Com esta decisão, o Estado argentino aumentará sua presença acionária na empresa dos atuais 5% para 20%, segundo anúncio realizado pelo Ministério de Planejamento e Obras Públicas, controlado pelo poderoso Julio De Vido, braço direito de Kirchner na área econômica. Esse aumento na participação estava previsto no convênio assinado há um ano e meio entre o governo argentino e o grupo espanhol Marsans, que controla a companhia.O governo Kirchner não pretende desembolsar sequer um centavo para adquirir maior controle, já que argumenta que adquiriria as ações em troca das dívidas que a Aerolíneas possui com o Estado argentino, principalmente com a Receita Federal. O problema é que a empresa considera que os 15% adicionais de ações valem US$ 40 milhões, enquanto que o governo Kirchner afirma que seu valor não passa de US$ 20 milhões.A Aerolíneas realiza ao redor de 60% dos vôos internos do país, além de controlar 40% dos vôos internacionais. Mas, apesar do peso que possui no sistema aéreo, a empresa está em péssimas condições de funcionamento, já que é assolada por constantes conflitos sindicais.

ARIEL PALACIOS, Agencia Estado

23 de novembro de 2007 | 15h11

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.