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KLM faz acordo com sindicatos para cortar 1.000 empregos

A companhia aérea KLM Royal Dutch Airlines NV chegou a um acordo com os sindicatos sobre um pacote de demissões referente à saída obrigatória de 1.000 funcionários, afirma Bart Koster, porta-voz da companhia. Os empregados continuarão trabalhando na KLM durante um ano, antes de deixarem a empresa. Durante esse período, eles terão de procurar outro emprego. Em troca, os sindicatos concordaram em adiar durante oito meses um planejado aumento de salários de 2,5% programado para outubro. Contudo, os sindicatos ainda terão de apresentar esse acordo aos seus associados. Em abril, a KLM anunciou que reduzirá um mínimo de 3.000 posições, dos quais, 1.000 empregos seriam demissões obrigatórias, uma medida visando reduzir os custos, em resposta ao contínuo declínio do setor de aviação, após a guerra no Iraque, o surto da Síndrome Respiratória Severa Aguda (Sars) e a fraca economia global. A KLM registrou um prejuízo líquido de 416 milhões de euros no ano encerrado em 31 de março de 2003, em comparação com um prejuízo de 156 milhões de euros em igual período do ano passado.Swiss Air Lines rejeita proposta de tribunal sobre demissõesA Swiss International Air Lines rejeitou proposta sugerida pelo tribunal de arbitragem sobre realizar procedimentos regulados no caso de cortes de empregos, e pediu ao tribunal que adie uma decisão até o final de junho, quando a companhia aérea apresentará seu novo plano de negócios. A Swiss vem tentando impor um novo acordo coletivo de trabalho com dois grupos de pilotos herdados da Swissair, sua predecessora, e da Crossair, companhia aérea regional que formou a base da nova empresa. Contudo, os pilotos da Crossair se recusam a aceitar o novo acordo, pois eles acreditam que em virtude de terem mais tempo de emprego, o que determina a escala da remuneração, isso deveria ter prioridade sobre os pilotos da Swissair. A Swiss afirma que a solução proposta pelo tribunal de arbitragem de que os pilotos de longo alcance sejam demitidos antes dos pilotos regionais, ou vice-versa, por questões de mais tempo na empresa, não é viável, seja por razões operacionais ou por questões financeiras.Além disso, o tribunal propõe que no caso de uma redução da força de trabalho, os pilotos de ambos os grupos deverão ser demitidos em números iguais, independente da real exigência operacional. A Swiss possui dois grupos separados de pilotos, que operam em dois diferentes mercados, com suas próprias condições. Como regra geral, os pilotos de aviões menores recebem salários menores do que os pilotos de uma aeronave maior.

Agencia Estado,

28 de maio de 2003 | 09h06

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