bolsa

E-Investidor: Itaúsa, Petrobras e Via Varejo são as ações queridinhas do brasileiro

Labfin recomenda cuidado na escolha do fundo

De acordo com um estudo elaborado pelo Laboratório de Finanças da Universidade de São Paulo (Labfin), existem investidores conservadores que, ao aplicarem em um fundo referenciado DI (pós-fixado) ou de renda fixa prefixada, não estão pensando em rendimentos maiores trazidos por papéis de prazos longos e sim em não enfrentar volatilidades diárias nas cotas de suas aplicações. Vale lembrar que essas carteiras podiam ser compostas por títulos de longo prazo, que ofereciam rendimento superior em troca de um risco maiorPortanto, a obrigatoriedade da marcação a mercado provavelmente obrigará as instituições a lançarem fundos que apliquem primordialmente em papéis mais curtos, que apresentam menor oscilação e rendimento inferior. O relatório reforça a idéia de que não importa qual seja o perfil do investidor, ele deve estar atento para o regulamento do fundo onde aplica seu dinheiro e, sempre que possível, checar a carteira deste fundo para verificar se o gestor está seguindo o que determina o prospecto. Ainda hoje, segundo o Labfin, há muito investidor que desconhece seus direitos: o fundo é uma sociedade mantida pelos cotistas, tendo estes o direito de conhecer a cada dia a composição da carteira de seu fundo. Caso a instituição que esse cotista tenha escolhido para administrar seus recursos se negue a prestar contas de seus atos, talvez seja esse o momento de o cotista repensar sua escolha, recomenda o relatótio.Veja mais informações sobre as perspectivas para a indústria de fundos e produtos nos links abaixo.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.