“Laranjinhas” completam uma década
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“Laranjinhas” completam uma década

Sucesso das bikes compartilhadas é referência para o novo projeto de mobilidade sustentável do Itaú Unibanco

Itaú, Estadão Blue Studio
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30 de setembro de 2021 | 07h30

Em outubro, o projeto de bikes compartilhadas patrocinado pelo Itaú Unibanco completará dez anos de funcionamento, consolidado como uma iniciativa de grande sucesso na promoção da mobilidade sustentável no Brasil. As “laranjinhas” se tornaram parte da paisagem urbana das cidades em que são disponibilizadas ao público – São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre e Recife/Olinda. A solução foi adotada também em Buenos Aires, na Argentina, e Santiago, no Chile.

Hoje, o sistema viabiliza a média de 50 mil viagens por dia, contribuição importante para melhorar a mobilidade nesses grandes centros e reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa. “As pessoas não imaginam que há todo um ecossistema para que esse projeto funcione tão bem”, contou Luciana Nicola, superintendente de relações institucionais, sustentabilidade e empreendedorismo do Itaú Unibanco numa conversa com o editor do Jornal do Carro, Tião Oliveira. 

Há parceiros como a greentech Tembici, que cuida das operações no dia a dia, e um conselho composto por especialistas em mobilidade e cicloativistas que discutem constantemente possíveis aprimoramentos. Um dos objetivos é aumentar a participação das mulheres. “Hoje, enquanto as mulheres estão em cerca de 15% das bicicletas privadas em circulação, no nosso sistema essa participação já chega a quase 30% em algumas cidades”, destaca Luciana.

 Para a executiva, isso se deve a uma soma de atributos que contribuem para aumentar a sensação de segurança, como a cor chamativa das bikes em meio ao trânsito e o design exclusivo. “Não há qualquer peça, nem mesmo um parafuso, que caiba em outros modelos de bike. Isso reduz o valor comercial e o interesse dos ladrões.”

Inspiração para carros elétricos

Luciana lembrou que a proposta de criar um sistema de bikes compartilhadas foi amadurecida depois de dois anos de avaliações sobre possíveis investimentos do banco na área de sustentabilidade. “Um ponto que ficou claro logo no início é que as bikes precisariam ficar em estações, de forma organizada, para não complicar ainda mais a vida dos pedestres, que já são muito pressionados”, ela lembrou.

O projeto-piloto entrou em funcionamento no Rio de Janeiro, em outubro de 2011, sendo gradualmente ampliado para as outras praças. Apenas 30% dos custos de operação são cobertos pelo valor pago pelos usuários – os restantes 70% continuam sendo bancados pelo Itaú Unibanco, como patrocinador. “Trata-se de uma causa do banco, não de um negócio”, enfatizou Luciana.

A experiência com as bikes inspirou o novo projeto de mobilidade do Itaú Unibanco – o vec Itaú, sigla para veículo elétrico compartilhado. A lógica é a mesma: o cliente poderá retirar um carro elétrico num determinado ponto e devolvê-lo no mesmo lugar ou em outro, pagando um valor proporcional ao tempo de uso. A fase de testes está sendo realizada em São Paulo e o novo serviço deverá chegar ao público até o final do ano que vem.

Todo o processo é realizado pelo celular – incluindo a abertura e o fechamento da porta do veículo. Quatro modelos, de diferentes fabricantes, já estão integrados ao projeto. Com isso, o Itaú Unibanco se consolidará ainda mais como líder em temas de mobilidade dentro do mercado financeiro. A atuação do banco ocorre em vários pontos do ecossistema, tanto na oferta direta de serviços quanto na disponibilização de ferramentas financeiras para parceiros, como concessionárias, lojas, montadoras e locadoras de veículos.

​​Números do projeto

14 mil bikes disponíveis no sistema

50 mil viagens por dia, em média

4 mil toneladas de COdeixam de ser emitidas por ano

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