Le Méridien só deve reabrir as portas em um ano

Recém-adquirido pela rede Windsor, o prédio que abrigava o tradicional hotel Le Méridien só voltará a abrir suas portas em junho do ano que vem. O imóvel, localizado na Praia de Copacabana, zona Sul do Rio, pertencia ao Fundo de Pensão dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) e está fechado desde julho de 2007. Guardando a sete chaves o montante a ser investido, o diretor de Marketing da rede Windsor, Paulo Marcos Ribeiro, explica que, apesar de o edifício ter recebido manutenção básica durante o período em que esteve inoperante, reformas de maquinário serão necessárias."A maior parte das reformas será de maquinário, como caldeiras e aparelhos de ar-condicionado. Antes de chegar a um modelo final de decoração e arquitetura, ainda precisamos saber quanto tempo essas reformas levarão", explica. Segundo fontes, as reformas devem custar entre R$ 50 milhões e R$ 70 milhões. O valor é próximo ao que havia sido exigido para a reforma do prédio pela Iberostar. A rede espanhola, que explorou o hotel até 2007, reivindicou obras para permanecer no local. Um impasse entre o grupo e a Previ - então dona do prédio - em relação ao montante e ao prazo das obras motivou a devolução do prédio. Para retomar as operações do hotel, a rede Windsor planeja contratar cerca de 400 empregados. A ideia dos novos proprietários é dar ênfase ao turismo executivo. "Mas, por conta da localização, há sempre uma presença forte de turistas de lazer", diz Ribeiro.

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