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Lei para setor de petróleo saí apenas em 2010, afirma Petrobrás

Executivo da companhia estatal pede que Congresso acelere decisão para não atrasar busca por financiamento

Danielle Chaves, da Agência Estado,

15 de outubro de 2009 | 14h33

É improvável que o Congresso brasileiro chegue a uma decisão sobre a revisão do sistema regulatório dos setores de petróleo e gás do País antes de março, segundo Theodore M. Helms, gerente de relações com investidores da Petrobrás. "É difícil ver isso aprovado antes de março", afirmou Helms, durante uma conferência de energia sobre o Brasil realizada pela Brazilian-American Chamber of Commerce.

 

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O executivo acrescentou que, depois que o Congresso agir, "então vamos imediatamente começar nossos exercícios nos mercados de capital". No entanto, se uma ação não for tomada no primeiro semestre de 2010, tudo terá de ser adiado, observou. Helms sugeriu que uma decisão do Congresso aceleraria as atividades da companhia nos mercados de capital, mas disse que as opções de financiamento permanecem bastante diversas.

 

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou neste ano ao Congresso Nacional uma série de projetos de lei para reorganização das indústrias de petróleo e gás do País. O presidente pediu rápida aprovação aos projetos.

 

Enquanto isso, autoridades do governo também estão debatendo um plano para capitalizar a Petrobrás, como parte do esforço mais amplo de reforma regulatória. Nesse plano de capitalização, o governo pretende ceder direitos de exploração e produção de 5 bilhões de barris de petróleo na região do pré-sal para a estatal.

 

Em setembro, o diretor financeiro da Petrobrás, Almir Barbassa, disse à agência Dow Jones que a companhia ainda tinha planos para recorrer ao mercado de capital para obter cerca de US$ 3 bilhões, enquanto continua pagando um empréstimo de US$ 6,5 bilhões. As informações são da Dow Jones.

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