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Leilão da Varig não foi considerado fracasso pelo presidente Anac

O leilão da Varig não foi considerado um fracasso pelo presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi. Segundo ele, a concorrência ainda não terminou. Ele disse que prefere esperar 24 horas, que será o tempo em que o juiz Luiz Roberto Ayoub vai analisar a proposta feita pelos Trabalhadores do Grupo Varig (TGV). Zuanazzi reiterou que existe um plano de contingência, caso a Varig não seja vendida. A oferta feita pelo TGV foi feita na segunda etapa do leilão da Varig. Apenas, o grupo dos trabalhadores entregou proposta para compra de toda a companhia aérea. Contudo, o valor oferecido, de US$ 449,048 milhões, é inferior ao preço mínimo estabelecido.Nesta segunda etapa, não havia valor mínimo a ser cumprido para a oferta, diferentemente da primeira etapa, em que os lances deveriam ser de valor igual ou superior ao preço mínimo fixado tanto para a companhia inteira (US$ 860 milhões) como para a parte doméstica (US$ 700 milhões). O leilão foi para a segunda etapa porque a primeira fracassou. Dos cinco investidores que se pré-qualificaram para o leilão, nenhum apresentou proposta.O valor ofertado pelo TGV corresponde a um deságio de 47,8% sobre o mínimo proposto na primeira fase do leilão, que era de US$ 860 milhões. A proposta do TGV equivale a R$ 1,010 bilhão. Desse total, R$ 225 milhões serão pagos em créditos concursais e extra-concursais, R$ 500 milhões em debêntures da nova companhia e R$ 285 milhões em dinheiro. O juiz poderá considerar a oferta insatisfatória e cancelar o leilão.

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