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Lessa admite participação do BNDES na Varig-TAM

A participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na empresa que resultará da fusão entre a Varig e a TAM foi considerada "perfeitamente plausível" pelo presidente da instituição, Carlos Lessa. A declaração de Lessa destoa da análise feita no fim de abril pelo ministro da Defesa, José Viegas Filho, que disse não acreditar que o banco de fomento pudesse fazer parte do capital da Varig. "Não me surpreenderia se o BNDES tiver participação nessa nova empresa.", disse Lessa.O presidente do BNDES, instituição subordinada ao ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, descartou que o banco venha a financiar a compra de combustível da nova empresa. E defendeu que o banco não apoiará isoladamente nenhuma das duas companhias, mas pode "ajudar o renascimento da aviação comercial brasileira com a formação de uma nova empresa que leva participação da Varig e da TAM".No último dia 22, em viagem ao Rio, Viegas Filho foi questionado sobre a possibilidade de o BNDES e o Banco do Brasil (BB), credor da Varig, virem a participar do capital da nova empresa aérea e disse que não acreditava que as duas instituições fizessem este tipo de investimento. Disse também que o governo "não pressiona pela fusão", mas vê como "única alternativa no campo real que mostra viabilidade". O ministério da Defesa abrange o Comando da Aeronáutica e o Departamento de Aviação Civil (DAC).Hoje, Lessa disse também que "o BNDES não é fonte de capital de giro de curto prazo para ninguém". "Nós financiamos projetos de longo prazo", afirmou. Ele chegou a informar que esperava receber hoje carta-consulta das duas empresas com a proposta de apoio à fusão. Até o início da noite a carta não havia sido enviada ao banco.

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