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Levy 'mãos de tesoura' ganha força para levar ajuste em frente

Diante de onda de protestos, Dilma leva ministro da Fazenda em visita a obras no Rio, como parte do esforço de valorizar o seu papel para ajustar as contas e fazer o País voltar a crescer

O Estado de S. Paulo

12 de março de 2015 | 12h51


O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que ficou conhecido como "Levy mãos de tesoura" em sua primeira passagem pelo governo, enfrenta resistências de setores prejudicados com cortes anunciados neste início de segundo mandato da presidente Dilma Rousseff.

Diante de protestos e manifestações contrárias às medidas de ajuste, a presidente levou o ministro da Fazenda em visita a obras no Rio, nesta quinta-feira, 12, como parte do esforço de valorizar o seu papel no governo. "Estamos fazendo o que todo mundo faz na sua casa: reajustando as contas para seguir crescendo. Acreditamos que isso se dará nos próximos meses, chegando ao final do ano", prometeu Dilma, ao lado de Levy. Segundo ela, o País passa por dificuldades, mas tem bases sólidas.  


Apesar de todas as dúvidas que ainda pairam sobre a aprovação das medidas de ajuste fiscal anunciadas pelo ministro Joaquim Levy, o governo já discute uma segunda etapa do programa. O objetivo do Planalto é dar sinais de que está em busca de novas medidas para permitir que o País volte a crescer, e deixar claro que o ajuste não se resume a aumentar imposto e fazer cortes nos benefícios e despesas do governo.


Pedras no caminho

Reações contrárias, ameaças e exemplos da luta do ministro Joaquim Levy para promover ajuste nas contas do governo



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