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Levy nega conversas com agências e parlamentares sobre meta fiscal

Ao 'Estado', Ministro da Fazenda afirmou que não há debate e nem acerto para mudanças na meta de superávit para as contas públicas

ADRIANA FERNANDES, O Estado de S. Paulo

19 de junho de 2015 | 09h01

BRASÍLIA - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, por meio de sua assessoria de imprensa, entrou em contato com o Broadcast, serviço de informações da Agência Estado, e negou qualquer articulação com agências de classificação de risco e líderes do Congresso para a mudança na meta de superávit primário das contas públicas. A informação oficial da assessoria é que não há debate nem acerto para a mudança da meta deste ano.

O Broadcast apurou as informações com fontes do governo abalizadas e envolvidas nas discussões. A reportagem também apurou que o senador Romero Jucá (PMDB-RR) e o líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS), têm sido os principais envolvidos nos debates. A preocupação do governo é que a mudança da meta não leve a um rebaixamento da nota do Brasil pelas agências. 

Para 2015, a meta de superávit do governo (diferença entre as receitas e as despesas) foi fixada em 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB). Cumprir com o objetivo aumenta a credibilidade do País e é um ponto positivo para a manutenção do grau de investimento pelas agências de classificação de risco - o selo de bom pagador, exigido por investidores estrangeiros.

Entretanto, conforme reportagens do Estado publicadas na quinta-feira, 18, e nesta sexta-feira, 19, o julgamento das "pedaladas fiscais" pelo Tribunal de Contas da União (TCU), despertou o Congresso para o tema e abriu espaço para discussões sobre a redução da meta de superávit.

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