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Libra expõe disputa com viés ideológico

Estimativa de produção separa Dilma e Petrobrás

DÉBORA BERGAMASCO, O Estado de S.Paulo

19 de outubro de 2013 | 02h14

BRASÍLIA - O leilão de Libra nem aconteceu e o governo Dilma Rousseff e a Petrobrás já travam um cabo de guerra ideológico sobre a quantidade de barris que o campo petrolífero deve produzir.

O raciocínio da presidente é político: quanto maior for a produção de petróleo, mais aquecida ficará a economia e mais seu governo poderá faturar em termos de popularidade.

Confiante de que estará no comando do Brasil até 2018, Dilma tem pressa para colher o maior número de frutos do pré-sal for possível. Contrariando a pressa do governo, a empresa petroleira quer adotar um estilo "devagar e sempre" pelo fato de estar com dificuldades de caixa para investir pesado agora. Um meio termo poderá ser negociado de acordo com o poder do consórcio vencedor do leilão.

Segurança. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) recomendou que os investidores em potencial que forem ao Rio participar do leilão comecem a chegar hoje e se hospedem no hotel onde o evento será feito.

O governo teme pela segurança dos participantes, especialmente porque a maior parte dos inscritos no leilão é de fora do País, de lugares como China e Japão e não estão totalmente a par da onda de protestos e quebra-quebra. O hotel Windsor também preparou um esquema de segurança para tentar evitar que pessoas que não sejam participantes da licitação ou hóspedes entrem no prédio.

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