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Licitação de R$ 23,09 bi pode reduzir risco de apagão

O quarto leilão de energia nova realizado ontem movimentou R$ 23,09 bilhões, com a negociação de 171,47 milhões de megawatts/hora (MWh). A última etapa da licitação, a fase térmica, encerrou com o preço médio de venda de R$ 134,67/MWh, que também é o preço médio da disputa. A energia negociada atende a 101,8% da demanda das distribuidoras.''''Se somarmos essa contratação de agora com o volume negociado no leilão de energia de fontes renováveis alternativas, realizado em junho, foram contratados 2.420 MW de novas usinas para 2010. Com isso, o risco de déficit ficará dentro do limite de 5%, patamar considerado aceitável pelo setor'''', afirmou o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim. Ele avaliou como amplamente positivo o resultado do leilão, uma vez que mais de 100% da demanda apresentada foi atendida.Dos 33 empreendimentos inscritos, apenas 12 usinas a óleo combustível venderam energia, totalizando 1.304 MW médios. Quatro termoelétricas a gás natural deveriam participar do leilão, mas acabaram desistindo da disputa, por causa do preço.A maior vendedora foi a Termomanaus, com 246 MW médios negociados, sendo 123 MW médios da Termonordeste e 123 MW médios da Termoparaíba. A maior compradora foi a Cemig, adquirindo 56,69 milhões de MWh - 33,07% do total. Em seguida veio a Light, que comprou 19,58 milhões de MWh, ou 11,42% do total. Tolmasquim reconheceu que o preço não estava competitivo.

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