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Dan Kawa: Separar o ruído do sinal é a única forma de investir corretamente daqui para a frente

Linhão do Norte enfrenta atrasos

Mais de 43% das obras de transmissão de energia elétrica em construção no Brasil estão com o cronograma atrasado, segundo relatório de fiscalização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Uma delas é o linhão que trará energia das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, para a região Sudeste.

O Estado de S.Paulo

21 de abril de 2013 | 02h07

Prevista para ser inaugurada no dia 30, após vários atrasos, o linhão foi novamente adiado. Se tudo correr bem, deve ficar pronta até 15 de maio. Mas isso não significa, porém, que nessa data ela já estará operando. "Para funcionar é preciso mais máquinas nas usinas no Norte e as conversoras de energia de Porto Velho (RO) e Araraquara (SP) têm de estar prontas", explica Armando Araújo, diretor Consórcio IE Madeira, responsável pela obra.

Alguns obstáculos prejudicaram o andamento das obras, como escassez de mão de obra especializada, chuvas e problemas de desapropriação. "Por ser uma linha muito extensa e passando pelas mais diferentes áreas, às vezes surgem algumas complicações, mas de Goiás para baixo já está tudo pronto. Nas outras áreas faltam alguns acertos", afirma o engenheiro Anderson Moura Menezes, responsável pelo empreendimento.

Os fios atravessam um grande número de municípios em cinco Estados. Eles vão interligar o Norte ao interior paulista em um percurso de 2.375 km de extensão. No total, o empreendimento tem investimento de R$ 7,2 bilhões - sendo apenas 9,3% da iniciativa privada. /R.P. E RENE MOREIRA

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