Liquidação: cuidados na hora da compra

A 8ª edição do Liquida São Paulo costuma atrair um grande números de consumidores pelos anúncios de descontos de até 60%. Mas antes de realizar uma compra em liquidação, o consumidor deve tomar alguns cuidados. Isso porque comprar nessa época nem sempre significa vantagem real. As promoções podem seduzir e confundir o consumidor, provocando perdas econômicas. Segundo a Fundação Procon-SP, o consumidor não deve comprar por impulso, só porque é barato. A mercadoria pode não ter utilidade para o consumidor, pois o barato só é barato se usamos o produto comprado, caso contrário é muito caro. Antes de efetuar a compra, o consumidor deve realizar uma pesquisa de preços, para ver se não é uma "falsa liquidação", comparando os preços com os valores cobrados normalmente em outras lojas para produtos de qualidade similar. Consumidor deve exigir nota fiscal Ao realizar a compra, o consumidor deve exigir a nota fiscal. A nota fiscal é um documento importante e imprescindível como arma de defesa dos direitos do consumidor. Na nota fiscal devem constar sempre a razão social, o endereço e o CGC da empresa e a discriminação dos dados do produto adquirido. Se pagar com cheque pré-datado, a loja deve fazer a nota fiscal, com os números dos cheques, seus valores e a data acertada para depósito. Para sua maior garantia, o consumidor deve exigir também que a nota fiscal tenha descrito as possibilidades e condições de troca, pois pode não haver produto suficiente em estoque. Se o produto estiver defeituoso, a nota fiscal servirá como comprovante de compra, fundamental na hora de reclamar. Mesmo quando os produtos são adquiridos "no estado" (peças que devem ter algum defeito e por isso estão com preço menor) é aconselhável o consumidor exija que os defeitos sejam claramente discriminados na nota fiscal.

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