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Lobão reafirma que não haverá corte nem atraso no PAC

Ministro de Minas e Energia diz que programa injetará cerca de meio trilhão de reais na economia

Gerusa Marques e Leonardo Goy, da Agência Estado,

11 de novembro de 2008 | 11h06

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, reiterou nesta terça-feira, 11, que não haverá nenhum corte e nenhum atraso nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "Estou falando em algo em torno de meio trilhão de reais, portanto, é muito dinheiro que será injetado na economia sem nenhum atraso", disse Lobão, ao chegar para a abertura do seminário "A Nova Matriz Energética Brasileira", promovido pelo Tribunal de Contas da União (TCU).  Veja também:PAC é plano de expansão fiscal suficiente, diz MeirellesDilma diz que PAC é diferencial e fala em aumento de recursosDe olho nos sintomas da crise econômica  Lições de 29Como o mundo reage à crise  Dicionário da crise  Questionado sobre um possível adiamento em 47 projetos de implantação de novas usinas de álcool, Lobão disse que, diante da crise financeira internacional, é natural que investidores tomem precauções e queiram se assegurar de informações mais concretas sobre o futuro da economia. A notícia de que a crise global colocou um freio nos projetos de expansão da produção de açúcar e álcool foi publicada nesta terça no jornal Folha de S.Paulo.  Pré-sal O ministro também garantiu que o modelo que vier a ser escolhido para a exploração da camada do pré-sal manterá "a atratividade para os investidores" e ao mesmo tempo aumentará a captação de recursos para o País. Lobão voltou a assegurar que, qualquer que seja a opção do governo, os contratos já assinados para a exploração do petróleo serão respeitados. Com relação aos trabalhos da comissão interministerial que analisa as mudanças no marco legal do petróleo, Lobão disse apenas que eles serão concluídos brevemente. O ministro, que estará na quarta em Nova York para falar com investidores sobre as oportunidades de negócio no Brasil no setor energético, disse que atualmente o setor de energia "é o que tem despertado o maior interesse dos investidores".

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