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Londres quer ser centro de negócios em moeda chinesa

Para se tornar uma moeda global, a China tem alguns desafios a vencer. O país tem uma conta de capital que impede o livre fluxo de recursos para dentro e fora do seu território. O sistema financeiro é dominado por bancos estatais, num ambiente pouco influenciado por regras de mercado, no qual os juros e o câmbio são ditados pelo governo.

O Estado de S.Paulo

30 de abril de 2012 | 03h05

Essas limitações foram contornadas parcialmente pela utilização de Hong Kong como um mercado offshore para o yuan, o que dá liquidez para a moeda. Em fevereiro, os depósitos denominado em yuan na região somavam 570 bilhões (US$ 90,4 bilhões).

A ex-colônia britânica também foi o primeiro local para emissão de bônus e lançamento de ações em renminbi fora da China continental.

Agora, Londres pretende se tornar um novo centro para operações em moeda chinesa. Na quinta-feira, o HSBC captou 2 bilhões de yuans (US$ 317 milhões) com o primeiro bônus dim sum emitido no exterior. No mesmo dia, o governo britânico anunciou a criação de uma força tarefa com os cinco maiores bancos do país, encarregada de desenhar uma proposta para transformar a capital em uma referência para negócios em renminbis.

"O governo britânico tem a ambição de fazer com que Londres seja um centro ocidental para o setor, com todos os benefícios que isso trará para nossa própria economia", declarou o ministro das Finanças inglês, George Osborne. / C.T.

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