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Lucro anual da Cielo cai 50% e fica em R$ 1,58 bilhões

Em relatório, empresa destacou que 2019 foi um ano de mudanças para o Brasil e para o mercado de meios de pagamento; menciona ainda as alterações estruturais feitas pela atual gestão

Aline Bronzati, O Estado de S.Paulo

28 de janeiro de 2020 | 04h00

A empresa de pagamentos Cielo, controlada pelo Bradesco e pelo Banco do Brasil, registrou lucro líquido de R$ 1,58 bilhão em 2019, cifra 49,7% menor que a de 2018, de R$ 3,14 bilhão. A receita líquida da Cielo totalizou R$ 5,3 bilhões, queda de 17,8%, na mesma comparação.

O volume financeiro da Cielo foi de R$ 683,1 bilhões em 2019, alta de 9% em relação a 2018, de R$ 626,5 bilhões. No ano passado, a Cielo capturou 7,1 bilhões de transações, aumento de 2,9% em relação a 2018.

Em relatório, a Cielo destacou que 2019 foi um ano de mudanças para o Brasil e para o mercado de meios de pagamento. Menciona ainda as alterações estruturais feitas pela atual gestão, sob o comando de Paulo Caffarelli, com ênfase em três unidades de negócios: grandes contas, varejo e empreendedores. 

A companhia também implementou um novo modelo comercial, contratando mil vendedores, apelidados de “hunters” (caçadores) com o objetivo de trazer novos clientes. Como resultado, aumentou em 18% sua carteira, para 1,6 milhão de estabelecimentos.

“Terminamos 2019 convictos de que cumprimos nossa missão. Estamos preparados para 2020, ano em que a Cielo completa 25 anos de existência e liderança”, disse a Cielo.

Os gastos totais (custos e despesas) na Cielo, desconsiderando os efeitos de equivalência patrimonial, totalizaram R$ 4,114 bilhões, aumento de 9,7% em relação a 2018.

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