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Lucro da Petrochina cai 7,2% no 1º semestre, para US$ 7,4 bi

Resultado foi atribuído aos baixos preços do petróleo e ao enfraquecimento da demanda de energia

Danielle Chaves, da Agência Estado,

28 de agosto de 2009 | 09h50

A PetroChina, maior empresa chinesa de petróleo em capacidade, informou que seu lucro líquido caiu 7,2% no primeiro semestre deste ano, para 50,50 bilhões de yuans (US$ 7,4 bilhões), em comparação com 54,44 bilhões do mesmo período do ano passado. Na mesma base de comparação, a receita diminuiu 25% para 415,28 bilhões de yuans (US$ 60,8 bilhões), de 551,34 bilhões de yuans. A companhia afirmou que está interessada em ativos de energia na América do Sul.

 

Os resultados foram atribuídos aos baixos preços do petróleo e ao enfraquecimento da demanda por energia. O lucro operacional dos negócios de exploração e produção recuaram para 37,64 bilhões de yuans, de 96,44 bilhões de yuans um ano antes, em razão de o preço médio de venda do petróleo ter caído mais da metade, para US$ 42,46 por barril no semestre.

 

O segmento de refino, porém, passou para lucro operacional de 17,19 bilhões de yuans - o maior já registrado em qualquer semestre desde que a companhia listou ações em bolsa, em 2001 -, depois do prejuízo operacional de 59,02 bilhões de yuans um ano antes.

 

A produção de petróleo bruto da PetroChina nos seis primeiros meses deste ano diminuiu 4,8%, para 417,7 milhões de barris, enquanto a produção de gás natural subiu 10,6%, para 1,201 trilhão de pés cúbicos.

 

O presidente da PetroChina, Zhou Jiping, afirmou que a companhia não tem um comentário a divulgar sobre se está ou não fazendo uma oferta pela participação da espanhola Repsol YPF na unidade argentina YPF. "Estamos interessados em ativos de energia na América do Sul", se limitou a dizer.

 

A PetroChina afirmou que o mercado de petróleo mundial vai continuar enfrentando incertezas no segundo semestre. No entanto destacando a sede da China por energia, a companhia afirmou que a exploração, particularmente fora do país, vai permanecer como prioridade.

 

Analistas esperam que a China aumente os preços domésticos dos combustíveis nesta semana entre 4% e 8% sobre os preços de varejo atuais da gasolina e do diesel, em resposta aos recentes ganhos do petróleo. As informações são da Dow Jones.

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