Lucro da Reuters cresce em 2007 e empresa vê bom início de 2008

O grupo de notícias e informaçõesfinanceiras Reuters anunciou nesta quinta-feira que o lucro de2007 cresceu para 385 milhões de libras (762 milhões dedólares). A empresa também informou que o ano de 2008 inicioude maneira positiva. "As primeiras indicações de 2008 são encorajadoras, apesardo ambiente incerto do mercado, com fortes vendas refletindo arobustez do conjunto de negócios da Reuters", afirmou acompanhia em comunicado. O faturamento do primeiro trimestre deve ser cerca de 9 porcento maior, informou a empresa. A receita para o ano encerrado em dezembro avançou 7 porcento, para 2,605 bilhões de libras. Pesquisa da ReutersEstimates com 10 analistas indicava previsão média defaturamento de 2,608 bilhões de libras. A Reuters está sendo adquirida pelo grupo canadense Thomsonem um acordo que será completado em 17 de abril. Em 29 de fevereiro, a Reuters havia previsto que o lucroantes de juros e impostos não ficaria inferior a 380 milhões delibras. A companhia informou que o número foi 25 por centomaior se comparado ao lucro de 308 milhões de libras obtido em2006. O presidente-executivo da Reuters, Tom Glocer, quecomandará a companhia resultante do acordo com a Thomson,informou que a performance da Reuters se beneficiou de suaexposição relativamente limitada a áreas de bancos deinvestimentos como empréstimos alavancados, hipotecas eoperações com renda fixa, onde grandes cortes de empregosocorreram. Os negócios da Reuters com câmbio, commodities, energia emercados emergentes "têm sido áreas realmente boas para nós",disse Glocer em teleconferência com jornalistas. Analistas da Numis Securities disseram que os negócios comassinaturas de serviços da Reuters devem se manter bem em 2008,apesar de serem claramente suscetíveis ao declínio da indústriade serviços financeiros em 2009 e 2010. O vice-presidente de operações da Reuters, Devin Wenig,afirmou que a venda de vários bancos de dados financeiros,exigida por autoridades de defesa da concorrência como parte daaprovação para o acordo com a Thomson, atraiu "forte interessede uma série de grupos". REUTERS AAJ ES

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