Lucro das 500 maiores empresas do Brasil despenca em 2002

O faturamento das 500 maiores empresas brasileiras em 2002 somou US$ 345,8 bilhões, um aumento de 1,1% em relação ao ano anterior, segundo a publicação Melhores e Maiores 2003, da Revista Exame. Os lucros do grupo, em contrapartida, caíram de US$ 9,8 bilhões em 2001 para US$ 1,7 bilhão no ano passado e os ativos recuaram 2%. Segundo a publicação, o declínio reflete a economia estagnada e as incertezas políticas ao longo do ano passado. As dívidas das maiores empresas cresceram 5,8%, ante 8,6% no ano anterior. Na avaliação por setor, apresentaram melhor desempenho Coprodal (alimentos, bebidas e fumo), Petrobras Distribuidora (atacado e comércio exterior), Mahle Metal Leve (automotivo), DPaschoal (comércio varejista), Santo Antônio (confecções e têxteis), Delta Construções (construção), Semp Toshiba AM (eletroeletrônico), Avon (farmacêutico, higiene, cosméticos), Saint Gobain Vidros (material de construção), Metso Minerals (mecânica), Codemin (mineração), Cenibra (papel e celulose), Pirelli Pneus (plástico e borracha), Refap (química e petroquímica), Aliança Navegação (serviços de transportes), Redecard (serviços diversos), CEG Rio (Serviços Públicos), Confab (siderurgia e metalurgia), Cobra Computadores (tecnologia e computação) e Telegoiás Celular (telecomunicações).

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