Lucro do BB cresce 154,7% e chega a R$ 349 milhões

O Banco do Brasil (BB) obteve lucro líquido de R$ 349 milhões no primeiro trimestre do ano, com aumento de 154,7% em relação ao mesmo período de 2001. Segundo a instituição, o resultado supera em 5,1% o lucro obtido no quarto trimestre do ano passado. O lucro por lote de mil ações ficou em R$ 0,49 no primeiro trimestre de 2002. O retorno sobre patrimônio líquido foi de 16,6%. "A expansão equilibrada da carteira de crédito e o crescimento constante da base de clientes têm sido fundamentais para a expansão das receitas do banco", diz o comunicado do banco. As receitas de operações de crédito totalizaram R$ 2,8 bilhões, com crescimento de 15% sobre o primeiro trimestre de 2001. As receitas de prestação de serviço atingiram R$ 1 bilhão, com aumento de 17,2%. O BB registrou lucro operacional de R$ 655 milhões no primeiro trimestre deste ano, volume 301,8% maior na comparação com igual período de 2001. O resultado bruto da intermediação financeira ficou em R$ 1,876 bilhão, com aumento 355,3%. Os ativos totais da instituição avançaram 16,3% no intervalo, para R$ 168,591 bilhões. Em 31 de março passado, o patrimônio líquido do banco era de R$ 9,098 bilhões. As operações de crédito do BB aumentaram 11,4% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo intervalo de 2001, passando a R$ 42,802 bilhões. A administração de recursos de terceiros ficou em R$ 66,8 bilhões, com crescimento de 22,3%. A base de clientes expandiu 9,3%, para 14,1 milhões. Ao final do período, a instituição apresentava Índice de Basiléia de 13,1%, superior ao mínimo exigido, de 11%. Adaptação do EstatutoO conselho de administração do Banco do Brasil aprovou ontem proposta de alteração estatutária para adequação da instituição ao Novo Mercado, da Bolsa de Valores de São Paulo. As mudanças serão encaminhadas a assembléia geral extraordinária (AGE), prevista para o dia 7 de junho. A proposta aprovada promove os ajustes necessários à adesão plena do BB ao Novo Mercado, refletindo inclusive a conversão das ações preferenciais em ações ordinárias, observada a razão de 1,1 ação ordinária para cada preferencial. As informações estão em fato relevante divulgado há pouco pelo banco.

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