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Lucro mundial do HSBC sobe 13% no primeiro semestre

Receita antes de impostos da instituição financeira foi de US$ 14,159 bilhões nos seis primeiros meses do ano

Marcílio Souza, da Agência Estado,

30 de julho de 2007 | 10h32

O HSBC obteve lucro antes de impostos de US$ 14,159 bilhões no primeiro semestre deste ano, 13% maior que os US$ 12,517 bilhões obtidos em igual período de 2006. O lucro por ação cresceu 22% nessa base de comparação, para US$ 0,95. A receita operacional líquida somou US$ 32,147 bilhões no intervalo, com alta de 13,6% sobre os seis primeiros meses do ano passado.   Os resultados do HSBC no primeiro semestre de 2007 foram prejudicados pela exposição do banco ao mercado de crédito imobiliário de alto risco dos Estados Unidos e por um encargo de US$ 236 milhões relacionado ao reembolso de tarifas em suas operações de banco de varejo no Reino Unido.   O encargo com a baixa contábil sobre empréstimos saltou 63% no primeiro semestre em comparação com o registrado em igual intervalo de 2006, para US$ 6,35 bilhões.   O resultado se segue ao forte aumento do encargo no segundo semestre do ano passado, que fez com que o HSBC divulgasse um alerta de lucro em fevereiro, um dos primeiros sinais de problemas no mercado de crédito de alto risco dos EUA.   Ásia   Os números, por outro lado, foram ajudados pelo forte desempenho do banco na Ásia e pelas atividades de banco comercial e corporativo.   O presidente da instituição financeira, Stephen Green, disse que, embora a economia mundial siga forte e o avanço econômico global esteja projetado em 3,8%, há riscos à frente, principalmente relacionados ao nervosismo nos mercados de crédito.   "O lucro antes de impostos com serviços de finanças pessoais como um todo caiu 20%", disse Green, comentando os resultados. Isso ocorreu, segundo ele, apesar dos resultados "muito fortes" na Ásia.   O executivo disse que as condições do mercado de banco pessoal no Reino Unido foram "desafiadores", mas que o problema principal está nos EUA.   Green afirmou que "as ações adotadas para reestruturar e reduzir a nossa exposição a essas operações (nos EUA) estão avançando bem. O encargo para a baixa contábil foi menor que o do segundo semestre do ano passado e ficou em linha com nossas expectativas".   O lucro antes de impostos na América do Norte caiu 35%, de US$ 3,74 bilhões para US$ 2,44 bilhões no primeiro semestre deste ano.   (com agências internacionais)

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