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Lula defende cobrança do IOF sobre capital estrangeiro

O Brasil passou a ser visto como a "bola da vez" dos investidores estrangeiros, na avaliação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista após visita à vila olímpica da Mangueira, ele justificou a adoção da alíquota de 2% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o capital externo. Lula observou que a medida "leva um tempo para amadurecer". Ele também defendeu a taxação do ponto de vista das contas externas, assim como a compra de dólares pelo Banco Central (BC), para buscar "o equilíbrio no câmbio".

AE, Agencia Estado

29 de outubro de 2009 | 08h35

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) acumula este ano alta de 63%, impulsionada principalmente por investimentos estrangeiros. O presidente associou este fluxo excessivo de recursos ao risco de uma bolha. "Nós não queremos criar bolha no Brasil, como foi criada em país desenvolvido. Depois, quem fica com prejuízo é a classe mais pobre da população." Lula também ressaltou os problemas do dólar desvalorizado para as exportações. "A gente vai ter déficit na balança comercial e, portanto, pode ter déficit em conta corrente, o que não é bom para o País." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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