Lula defende crédito como estímulo à economia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu hoje o uso do crédito como forma de estimular a economia. Ele citou como exemplo programas de incentivo ao financiamento de automóveis novos e usados, caminhões e ônibus. O presidente disse ainda que o Brasil acabou com a ideia de que não poderia crescer a taxas acima de 3%, o que chamou de "imbecilidade".

ALEXANDRE RODRIGUES E GLAUBER GONÇALVES, Agencia Estado

31 de maio de 2010 | 12h44

"Descobrimos que é gostoso crescer mais do que 3%, 4%, 5%, 6%. Também não queremos crescer demais. Queremos manter um crescimento sustentado por seis, dez anos", afirmou Lula, durante a abertura do 10º Challenge Bibendum, feira de negócios voltada para novas tecnologias para a indústria automotiva, promovida pela Michelin.

Para Lula, o crescimento econômico do Brasil nos últimos anos, combinando o estímulo do mercado interno com crédito, distribuição de renda e incentivo à exportação pode ser o exemplo para os países desenvolvidos na atual crise. "O mundo desenvolvido poderia, humildemente, vir aqui aprender como se faz", afirmou.

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