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Lula diz que 2009 será o ano 'mais delicado e o mais perigoso'

Presidente diz que obras do PAC que puderem ser contratadas com ritmo de trabalho de 24 horas por dia serão

Agência Brasil

12 de fevereiro de 2009 | 15h34

Ao visitar nesta quinta-feira, 12, obras da ferrovia Nova Transnordestina, em Pernambuco, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre a crise financeira internacional e seus efeitos no Brasil e afirmou que 2009 será o ano "mais delicado e o mais perigoso".   Veja também:De olho nos sintomas da crise econômica  Dicionário da crise  Lições de 29 Como o mundo reage à crise     Em seguida, Lula disse que, para gerar empregos, todas as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) que puderem ser contratadas com ritmo de trabalho de 24 horas por dia serão.   "Todas as obras do PAC que puderem ser contratadas para trabalhar 24 horas por dia nós vamos contratar, para contratar três turnos, para contratar mais trabalhadores, de preferência as pessoas da cidade, da localidade", disse o presidente.   Lula também defendeu a integração do Rio São Francisco e argumentou que as pessoas que são contra o projeto não conhecem a realidade dos moradores da região. "Só pode ser conta quem nunca carregou um pote de água na cabeça, quem não sabe o que é chegar em um açude e ficar separando os caramujos para levar água barrenta", enfatizou o presidente.   As declarações de Lula foram feitas durante discurso na cidade de Salgueiro, na cerimônia de ordem de início de obras do trecho de 163 quilômetros da ferrovia, que ligará os municípios pernambucanos de Salgueiro a Trindade. Antes da cerimônia, o presidente Lula sobrevoou obras da Nova Transnordestina e visitou a frente de trabalho da BR-101.   A Transnordestina terá cerca de 1,7 mil quilômetros construídos, mais 550 de remodelação, entre Porto Real do Colégio (AL) e Suape (PE). A ferrovia, que integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), terá capacidade de movimentar cerca de 30 mil toneladas de cargas por ano.

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