Lula e Kirchner tentam resolver problemas comerciais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em visita oficial à Argentina até amanhã, deverá assinar hoje, com o presidente Néstor Kirchner, um acordo para solucionar problemas comerciais entre os dois países e acabar com as reclamações dos argentinos contra o aumento da entrada de produtos brasileiros naquele país. O encontro com Kirchner está marcado para às 11 horas, na Casa Rosada, em Buenos Aires. Às 13 horas, Lula participará do encerramento do seminário "Integração Sul-Americana, Desafios e Oportunidades". Desse evento participarão, também, o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, que integra a comitiva do presidente brasileiro, e o ministro da Economia da Argentina, Roberto Lavagna. Lula começou sua agenda oficial, às 9 horas, recebendo, na sede da embaixada do Brasil na capital argentina, uma delegaçãoo de escolas bilingües. Às 9h30, também na embaixada, Lula recebeu o reitor da Universidade Nacional de Córdoba. Às 10h40, o presidente deposita uma coroa de flores no monumento ao general San Martin, na praça do mesmo nome. Lula terá um almoço privado, às 14 horas, retomando sua programação oficial às 15h30, quando participa, no Parlamento argentino, de sessão em homenagem ao Brasil. Às 16h45, ele visita o prefeito de Buenos Aires, no Palácio Municipal, onde recebe a chave da cidade e o título de Cidadão honorário. Às 18 horas, Lula recebe, na sede da Embaixada brasileira, o governador da Província de Buenos Aires, Felipe Solá, e, às 18h30, também na embaixada, ele terá um encontro com sindicalistas. Lula termina seu programa oficial de hoje com um jantar que lhe será oferecido pelo presidente Kirchner, às 21 horas, no Palácio San Martin. Além do ministro da Fazenda, Antonio Palocci, acompanham o presidente, nesta viagem, os ministros da Agricultura, Roberto Rodrigues; de Minas e Energia, Dilma Rousseff; da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, e dos Transportes, Anderson Adauto.

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