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Lula não comenta roubo de documentos da Petrobras

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira, 14, que não tem informações suficientes para comentar o roubo de documentos sigilosos da Petrobras. Lula disse que buscaria "informações corretas e muito fidedignas" e que, quando as tivesse, falaria sobre o assunto. Veja também: Furto está sob investigação, diz Petrobras em nota A Petrobras informou nesta quinta-feira, 14, que sofreu um roubo de computadores que armazenavam dados importantes de pesquisas realizadas na costa brasileira.  As informações estariam armazenadas em dois notebooks e em um disco rígido. "Houve um furto de equipamentos que continham informações importantes para a companhia", informou a estatal em nota divulgada para a imprensa. "O assunto está sob investigação", acrescentou a empresa, que informou ter cópias dos dados que estavam nos computadores roubados.  De acordo com a empresa, o roubo ocorreu durante o transporte dos equipamentos de uma estação de pesquisa no mar para escritórios da empresa no Estado do Rio de Janeiro.   A Polícia Federal considera "todas as hipóteses", entre elas a de que o roubo esteja relacionado a assuntos de espionagem industrial, com possível participação de empresas estrangeiras.  A Petrobras informou que o transporte estava sendo realizado por uma empresa terceirizada, cujo nome não foi revelado. A estatal não confirmou comentários que circulam na mídia nesta quinta-feira de que os computadores continham informações sigilosas sobre as reservas de petróleo e gás na camada ultraprofunda chamada de pré-sal, onde está o megacampo de petróleo de Tupi, na bacia de Santos. Não foram fornecidos detalhes sobre o tipo de informação contida nos equipamentos.  A camada pré-sal, que se estende por 800 quilômetros ao longo da costa brasileira, é foco de forte interesse no setor de petróleo desde que a Petrobras confirmou reservas recuperáveis de 5 a 8 bilhões de barris no campo ultraprofundo de Tupi.  O diretor de Exploração e Produção da empresa, Guilherme Estrella, afirmou recentemente que não há mais risco exploratório na região pré-sal, ou seja, é praticamente certo que todo poço perfurado encontrará petróleo ou gás.  O governo federal retirou de leilão várias áreas próximas a Tupi, aguardando ter mais informações sobre o potencial dos blocos.

Luciana Nunes Leal, da Agência Estado,

14 de fevereiro de 2008 | 16h02

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