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Lula quer instituto mais ''''social'''', diz Pochmann

O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, confirmou ontem que o convênio com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que cedia à instituição pesquisadores como Fabio Giambiagi e Otávio Tourinho, acabará no próximo mês e não será renovado. "O objetivo do convênio era o de financiamento e desenvolvimento, mas agora o Ipea busca novos temas", explicou Pochmann. De acordo com ele, esses novos temas estariam ligados à reestruturação do instituto, que passará a ser mais focado no planejamento e desenvolvimento do País no longo prazo.ARCABOUÇOSegundo o economista, o Ipea não deve se ater apenas ao desenvolvimento econômico, mas também buscar soluções sociais e de caráter regional. "Esta foi uma missão passada pelo presidente da República e devemos terminar o plano de trabalho até o fim do ano", afirmou. Dessa forma, disse ele, outros convênios podem ser firmados para auxiliar a obtenção do objetivo, talvez com o próprio BNDES, mas desde que o foco seja diferente do atual. O economista informou também que, para a confecção do projeto, estão sendo consultadas universidades brasileiras e instituições internacionais.Pochmann disse que não é possível refazer o arcabouço do instituto contando com um quadro de profissionais que não é contratado diretamente pelo Ipea. "Esses profissionais citados pela imprensa são profissionais do BNDES, recebem pelo BNDES e agora acabará o convênio", disse.

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