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Lula quer mais acordos entre Petrobras e Finlândia

Em visita ao país nórdico, presidente volta a rebater críticas de Fidel e Chávez sobre os biocombustíveis

Lisandra Paraguassú, do Estadão,

10 de setembro de 2007 | 16h54

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira, 10, na capital da Finlândia, que espera ver mais acordos entre empresas brasileiras e finlandesas e orientou a Petrobras a ir atrás de mais acordos entre os dois países, em especial sobre biocombustíveis. Um acordo para desenvolvimento de tecnologia para produção de etanol está sendo negociado entre a empresa brasileira e a Neste Oil, a estatal finlandesa de combustíveis.  "Os empresários finlandeses já descobriram o Brasil. Falta aos brasileiros descobrir a Finlândia, sobretudo a Petrobras", afirmou, durante discurso no encerramento do seminário empresarial Brasil-Finlândia sobre oportunidades de investimento no Brasil. O presidente apresentou aos empresários presentes - cerca de 30 brasileiros e mais de 100 representantes de empresas finlandesas - o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e os convidou a aumentarem os investimentos em etanol. Biocombustíveis Em mais uma etapa do seu papel de garoto-propaganda dos biocombustíveis, o presidente rechaçou as principais críticas que são feitas à produção de cana-de-açúcar: a de que produção ocupa espaço que deveria ser destinado a alimentos, feitas principalmente pelos presidentes de Cuba, Fidel Castro, e da Venezuela, Hugo Chávez, e a de que poderia aumentar o desmatamento da Amazônia, preocupação dos europeus.  "Combater a fome tem sido uma obsessão do meu governo. Temos 380 milhões de hectares de área plantada e apenas 1% dedicada à cana-de-açúcar", afirmou. "É possível conciliar a alimentação com o combustível. A prova disso é que a nossa produção de alimentos vem crescendo de forma exponencial".  Lula também lembrou aos empresários que, apesar da dedicação do Brasil à produção de álcool, o País vem reduzindo o desmatamento. "O desflorestamento caiu mais de 60% nos últimos três anos", garantiu. "Podemos proteger a Amazônia e garantir a nossa segurança energética".

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