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Lula reúne ministros na segunda-feira para debater a crise

Encontro uificará entendimento dos ministros em relação às ações para diminuir os efeitos da crise

Leonencio Nossa,

20 de novembro de 2008 | 20h30

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reúne, na próxima segunda-feira (24),  os 38 ministros do governo para discutir a crise financeira internacional. O encontro ocorrerá ao longo do dia na Residência Oficial da Granja do Torto, em Brasília, e servirá para unificar o entendimento dos ministérios em relação à crise.   Em entrevista, na noite desta quinta-feira,20, no Itamaraty, o ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, informou que, na parte da manhã, falarão o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Os dois vão explicar as medidas tomadas pelo governo para combater e evitar efeitos da crise. À tarde, o grupo ministerial irá trocar informações e apresentar sugestões. A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também devem falar.   Múcio, na entrevista, ainda comentou o desempenho mais fraco do mercado de empregos formais em outubro. "Estávamos acostumados a um crescimento que nos assustava a cada mês", disse. De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje, em outubro, foram criados 61,4 mil novos empregos formais no País. Esse número representa um crescimento de 0,20% em relação a setembro e é um desempenho inferior ao que vinha sendo registrado em meses anteriores, quando o número de novos empregos girava em torno de 200 mil.   Múcio  também  reclamou da decisão do presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMDB-RN), de devolver ao Executivo a Medida Provisória 446, que renovava automaticamente a licença de funcionamento das entidades filantrópicas. "Para nós, esse assunto se encerrou ontem. O Senado tomou uma decisão e tem todas as condições de apresentar uma solução", afirmou. "Foi uma decisão tão inusitada que eu nem sei dizer qual solução será dada", acrescentou.

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