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Madoff está com câncer avançado, diz jornal americano

Autor de uma das maiores fraudes financeiras da história diz "que não tem muito tempo de vida"

EFE,

24 de agosto de 2009 | 13h11

O americano Bernard Madoff, autor confesso de uma das maiores fraudes financeiras da história, tem um câncer muito avançado e "está morrendo em prisão", publicou nesta segunda-feira, 24, o jornal "New York Post", que não identifica suas fontes.

 

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"Madoff tinha pouco a perder ao confessar a autoria do maior esquema Ponzi do mundo: Está morrendo de câncer", afirma o jornal sobre o investidor, que, em junho, foi condenado a 150 anos de prisão, pena que cumpre na prisão federal da Carolina do Norte.

 

Segundo o jornal, Madoff, de 71 anos, comentou sobre a doença com os colegas de prisão, aos quais disse que não tem muito tempo de vida.

 

"Toma cerca de 20 comprimidos por dia para tratar o câncer. Fala disso constantemente. Não está muito bem", disse um detento não identificado ao diário nova-iorquino, que lembra que houve muitas especulações sobre os motivos de Madoff para confessar a fraude e assumir toda a responsabilidade sozinho.

 

O "New York Post" também lembra que inclusive já tinha sido indicada a possibilidade de que Madoff tivesse um câncer de pâncreas, mas os presos com os quais o jornal diz ter falado não souberam precisar o tipo.

 

Enquanto passa os dias na prisão, segundo o jornal, Madoff participou de cerimônias religiosas de purificação e desintoxicação mental e espiritual, organizadas semanalmente por presos indígenas, enquanto está se cercando do grupo homossexual da prisão.

 

O "New York Post" afirma que inclusive alguns grupos da prisão estão "tentando recrutar Bernie" e que há presos que até usam sanduíches para fazer amizade com ele, que, como trabalho na prisão, pinta cercas.

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