Dida Sampaio/Estadão
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Covid-19

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Maia cobra agilidade em sanção de presidente a auxílio emergencial de R$ 600

Ministério da Cidadania trabalha para pagar o benefício primeiro a quem já recebe o Bolsa Família a partir do dia 16 de abril

Camila Turtelli, O Estado de S.Paulo

31 de março de 2020 | 18h30

BRASÍLIA - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cobrou agilidade do presidente Jair Bolsonaro para a sanção e para o repasse do auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais, intermitentes e microempreendedores individuais (MEIs).

O benefício foi aprovado pela Câmara na semana passada e pelo Senado na segunda. Nesta terça-feira, 31, Bolsonaro prometeu sancioná-lo, mas ainda não o fez.

Como mostrou o Estadão/Broadcast, o Ministério da Cidadania trabalha para pagar o benefício primeiro a quem já recebe o Bolsa Família a partir do dia 16 de abril. O trabalhador pode trocar por três meses o Bolsa Família pelo auxílio emergencial.

“16 de abril não parece tão emergencial. Governo tem toda estrutura, mesmo de forma remota, para organizar o pagamento de brasileiros antes. Não me parece que aguardar até 16 de abril seja melhor solução”, afirmou.

“Acho que é um valor mínimo, não vai resolver os problemas, mas vai dar o mínimo de previsibilidade para os brasileiros superar os próximos três meses”, disse. Para ele, o momento mais difícil será abril, maio e junho. “A partir daí termos melhores condições para economia caminhar”, afirmou.  

Maia afirmou ainda que o Congresso espera o envio da medida provisória prometida pelo governo para manutenção do emprego. Ele confirmou que se o governo não encaminhar até amanhã, a Câmara vai avançar com projetos dos deputados. Como o Estadão/Broadcast mostrou mais cedo, a demora do governo de colocar em prática medidas prometidas para enfrentamento da crise da covid-19 tem preocupado parlamentares. A preocupação é que se algo não for feito rapidamente, empresas poderão começar a demitir em massa com o fechamento do mês.

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