Wilson Junior/Estadão
Wilson Junior/Estadão

Maia e Kassab deixam Palácio da Alvorada após almoço com Temer

Reunião sobre a votação reforma da Previdência também contou com a presença do senador Ciro Nogueira (PP-PI), do deputado federal Maurício Quintella (PR-AL) e do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson

Fabrício de Castro, O Estado de S.Paulo

03 Dezembro 2017 | 17h03

BRASÍLIA – Em meio aos esforços para a aprovação da reforma da Previdência no Congresso, o presidente Michel Temer almoçou, na tarde deste domingo, 3, com o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), e com o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab.

O almoço, no Palácio da Alvorada, também contou com a presença do senador Ciro Nogueira (PP-PI), do deputado federal Maurício Quintella (PR-AL) e do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson. O ministro e os parlamentares deixaram o Alvorada sem falar com a imprensa.

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Pouco depois, chegou ao Alvorada o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que também terá reunião com o presidente Michel Temer. Meirelles passou pela portaria do Alvorada, onde estavam jornalistas, mas não parou para falar com a imprensa.

Ainda neste domingo, Temer terá reunião na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com presidentes de partidos da base aliada e líderes do governo para discutir a reforma da Previdência. O ministro Meirelles também participará do encontro logo mais, às 19h, conforme consta de sua agenda.

Foram convidados ainda os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha; da Secretaria Geral, Moreira Franco; do Planejamento, Dyogo Oliveira; da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab; da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira; dos Transportes, Maurício Quintella; e das Cidades, Alexandre Baldy. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), está entre os convidados para o jantar.

'Impossível'. No sábado, dia 2, durante evento do programa Minha Casa, Minha Vida, em Limeira (SP), Temer afirmou que no fim da próxima semana o governo deve definir se tem ou não votos para aprovar a reforma na Câmara dos Deputados. Segundo ele, o governo fará "o possível e o impossível" para levar a proposta a voto e aprová-la.

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