André Dusek/Estadão
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Maia não vê relação entre concurso público e envio de reforma administrativa

'O governo vai mandar uma reforma para os novos servidores. Eu não sei onde é que tem conflito em melhorar a qualidade do serviço público, acho que se valoriza os próprios servidores públicos que já estão na administração pública', disse

Redação, O Estado de S.Paulo

18 de fevereiro de 2020 | 04h00

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou não ver necessidade da aprovação da reforma administrativa para o governo abrir novos concursos públicos. Uma coisa, disse o parlamentar, não depende da outra para sua efetividade.

Conforme o Estado revelou na segunda, 17, o aval a novos concursos públicos virou moeda de troca do governo para pressionar o Congresso a aprovar a reforma. A equipe econômica decidiu segurar os processos seletivos até a nova proposta ser chancelada pelos parlamentares.

“Não sei se é necessário”, disse Maia ao chegar à Câmara quando foi perguntado sobre a “moeda de troca”. “O governo vai mandar uma reforma para os novos servidores. Eu não sei onde é que tem conflito em melhorar a qualidade do serviço público, acho que se valoriza os próprios servidores públicos que já estão na administração pública. Não vejo nenhuma relação de uma coisa com a outra.”

Em entrevista ao Estado, o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, destacou que o importante da reforma administrativa é que ela seja aprovada antes de se começar a fazer concurso público novamente. “Enquanto não aprovar a reforma, não vamos ter espaço para fazer concursos”, afirmou Mansueto.

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